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Escolas apostam em ensino bilíngue para as crianças

Polêmica em escola de Cubatão festa funk para crianças (Só quer Vrau)

O vídeo que circula na rede social foi gravado dentro de uma sala de aula na escola Bernardo José Maria de Lorena, em Cubatão. É possível observar na filmagem que os alunos são incentivado por professores, que dentro da unidade escolar digam para cantarem mais forte, e que queriam ver todos cantarem a música, que dizia :

“Essas malandra assanhadinha
Que só quer vrau, só quer vrau
Só quer vrau, vrau, vrau
Vem pra favela ficar doidinha
Então, vem sentando aqui
(Senta aqui, senta aqui, vai)”

Alguns pais indignados ja falam em mover ação contra os professores responsaveis.

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Porto Aprendiz oferece curso de História Regional aos professores

Iniciativa prepara docentes para mudanças na Base Nacional Comum Curricular
23/5/2018

Aproximadamente 60 educadores da rede municipal de Praia Grande estão realizando o curso História Regional promovido pelo Centro de Memória da Educação do Porto Aprendiz. Com duração de 30 horas, o curso conta com duas turmas que mesclam professores de vários segmentos, além de gestores escolares, como diretores e assistentes técnicos pedagógicos. Cada grupo faz duas aulas por semana, no período noturno. As aulas são ministradas pelos historiadores do Porto Aprendiz, Mônica Rodrigues e Rafael da Silva e Silva. 

De acordo com Mônica, que é responsável pelo Centro de Memória da Educação, a iniciativa surgiu para preparar os professores com relação ao que é preconizado pela Base Nacional Comum Curricular. “A Base foca muito na contextualização da história do aluno, que deve aprender sobre seu bairro, sua cidade, sua região. No entanto, havia uma dificuldade com relação à falta de fontes sobre história local e regional. E nós já tínhamos um trabalho com ênfase na história local. Então decidimos sistematizar toda essa pesquisa, transformando-a em fonte para o professor”, conta ela, acrescentando que o curso aborda desde o período da cultura sambaqui e cultura indígena, passando pelo período pré-colonial, colonial, império, república, até os dias atuais.

Para enriquecer o conteúdo do curso, os historiadores Mônica e Rafael visitaram locais emblemáticos da região para realização de vídeos e fotos que são compartilhados durante as aulas. A partir desse material, também produzirão um documentário com perspectiva pedagógica para que sirva como fonte para os educadores. “Tivemos uma preocupação em extrapolar os limites de Praia Grande, porque não dá pra entender a história local pensando de forma municipal. O processo histórico da região vai além das divisas municipais. Essas visitas a locais históricos foram muito interessantes para compreender melhor o processo de formação do território de Praia Grande”.

A assistente técnica pedagógica Larissa Duarte, que também é historiadora, está fazendo o curso e só tem elogios. “É excelente! Estamos aprendendo aspectos da História Regional que até então nunca havíamos discutido. Está sendo muito enriquecedor, além de ser importante para nos alinhar com a Base”. 

A diretora escolar Beatriz dos Reis também ressaltou que as aulas estão sendo muito produtivas. “Estamos adquirindo muitos conhecimentos novos, que nem imaginávamos. Sem contar que os professores demonstram muita propriedade no assunto e uma ótima didática, o que torna as aulas muito atrativas”.

Professores de Praia Grande protestam e vereadores fazem sessões “flash mob”

Mais de 700 alunos da E.E. Magali Alonso são atendidos pelo programa Juventude Legal

Iniciativa é intermediada pela Subjuve
9/5/2018

O desenvolvimento de habilidades críticas e a oportunidade de ampliar os horizontes são alguns dos objetivos do programa Juventude Legal, que na última terça-feira (8) atendeu mais de 700 alunos da Escola Estadual Magali Alonso, localizada no Bairro Tupiry.

A iniciativa é intermediada pela Subsecretaria de Assuntos da Juventude (Subjuve) em parcerias com diversas pastas municipais, secretarias do Estado e Ongs. Os estudantes do Ensino Médio recebem diversas oficinas sobre: empreendedorismo e emprego; meio ambiente; cultura, turismo e lazer; segurança; saúde; trânsito; defesa civil e direitos das crianças e adolescentes. 

O coordenador pedagógico João Luiz de Oliveira considera o programa de suma relevância para os alunos. “O Juventude Legal ajuda os nossos alunos a trilharem novos caminhos e terem novas oportunidades. Quando a equipe veio aqui no ano passado muitos alunos foram atrás dos serviços oferecidos dentro da Cidade e é sinal de que eles se sentem parte da sociedade. É muito bom que nossos alunos possam participar desse programa”.

As escolas interessadas em receber o programa devem entrar em contato com a Subjuve pelo telefone 3496-5684 ou ainda através do e-mail: juventudelegal@paiagrande.sp.gov.br.

Confira o calendário do mês de maio do programa:
15/05- Escola Estadual Deputado Rubens Paiva- das 10 às 12 e das 19 às 22h30
22/05- Escola Estadual Alfredo Reis Viegas- das 8 às 11h30 e das 13 às 15horas
29/05- Escola Estadual Antonio Nunes Lopes da Silva- das 8 às 12h, das 14 h às 16h e das 19 às 22h30. 

Praia Grande organiza esquema especial de vacinação contra a gripe

Idosos, indígenas e trabalhadores da saúde já podem tomar a dose
23/4/2018


Já começou a Campanha de Vacinação contra a gripe e Praia Grande aderiu ao cronograma sugerido pelo Ministério da Saúde.

A partir de 23 de abril idosos acima de 60 anos, indígenas e trabalhadores da área da saúde já podem tomar a dose. De 2 de maio em diante, a vacinação fica aberta também para crianças de até 2 anos de idade, gestantes e mulheres no pós-parto. E a partir de 9 de maio, professores, portadores de doenças crônicas e os privados de liberdade também poderão se imunizar.

O atendimento ocorre em todas as unidades de Saúde da Família (Usafas), de segunda a sexta-feira, das 9 às 16 horas. 

Confira o endereço das 27 Usafas:

1 – Usafa Aviação – Av. Dr. Roberto de Almeida Vinhas, nº2929
2 – Usafa Boqueirão – Av. Pres. Kennedy, nº 918 Boqueirão
3 – Usafa Mirim – Av. dos Sindicatos, nº 635 – Mirim
4 – Usafa Tupi – Rua Meinacós, nº 95 – Tupi
5 – Usafa Aloha – Rua Zenji Sasaki, nº 269- Nova Mirim
6 – Usafa Anhanguera – Rua Josefa Alves de Siqueira, nº 649 – Anhanguera
7 – Usafa Antártica – Av. dos Trabalhadores 3801 – Antártica
8 – Usafa Caiçara – Rua Mathilde de Azevedo Setubal nº 630 – Caiçara
9 – Usafa Esmeralda – Rua Menotti Del Picchio, altura do n° 179
10 – Usafa Forte – Av. Rio Branco, nº 562 – Forte
11 – Usafa Guaramar – Av. dos Trabalhadores, nº 1717 – Glória
12 – Usafa Maracanã – Rua Cesar Rodrigues Reis, 850 – Maracanã
13 – Usafa Melvi – Rua João Caetano, nº 101 – Melvi
14 – Usafa Mirim II – Rua Nossa Senhora da Conceição, nº 400
15 – Usafa Ocian – Rua José Jorge, 521 – Ocian
16 – Usafa Quietude – Rua Rui Manoel Sampaio Seabra Pereira, nº 500
17 – Usafa Real – Rua das Begônias, nº 453 – Real
18 – Usafa Ribeirópolis – Rua Esmeraldo Tarquínio nº 471 – Ribeirópolis
19 – Usafa Esmeralda II – Av. Hugo de Carvalho Ramos, 1521 – Esmeralda
20 – Usafa Samambaia – Av. das Araucárias nº 181 – Samambaia
21 – Usafa Santa Marina – Rua Particular, 598 – Anhanguera
22 – Usafa São Jorge – Av. dos Trabalhadores, nº 4242 – Antártica
23 – Usafa Solemar – Av. Pres. Kennedy, nº 19726 – Solemar
24 – Usafa Sítio do Campo – Rua Maria Luiza Lavalle, nº 68 – Sítio do Campo
25 – Usafa Tupiry – Rua Idelfonso Galeano, nº 368 – Tupiry
26 – Usafa Vila Alice – Rua Renata Câmara Agondi, nº 46 – Anhanguera
27 – Usafa Vila Sônia – Rua Antônio Cândido da Silva nº 1075 – Vila Sônia

Escola Municipal Ary Cabral recebe visita de 16 índios

Ação faz parte de projeto pedagógico “Conhecendo Nossas Raízes”
23/4/2018

A Escola Municipal Ary Cabral, Bairro Quietude, recebeu na data em que se comemorou o Dia do Índio, 19 de abril, a visita de 16 integrantes da Tribo Paranapuã, localizada no Japuí, em São Vicente. Adornados de forma típica, com cocares e pinturas, os índios se apresentaram com músicas e danças para os alunos, que se reuniram na quadra escolar. O evento marcou o encerramento do projeto “Conhecendo Nossas Raízes”, realizado ao longo do mês de abril com os mais de 700 estudantes da unidade, que atende o segmento do 1º ao 5º ano do Fundamental.

Os estudantes aprenderam sobre a importância dos índios e, como resultado desse aprendizado, produziram cartazes, maquetes, textos e painéis, que ficaram expostos na escola. Alunos e seus familiares também arrecadaram oito caixas repletas de alimentos que foram doados à aldeia. “O objetivo foi conscientizar as crianças sobre as nossas origens, levá-los a conhecer o passado para poder entender melhor o presente e, quem sabe, melhorar o futuro”, ressaltou a assistente técnica pedagógica (ATP) Luana Matias Maurício.

O professor de Educação Física, Helenilson dos Santos, foi o idealizador da ação, que já era realizada nos anos anteriores e hoje faz parte do Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola, sendo trabalhados por todos os docentes. Foi dele a ideia de trazer os índios à escola. “No ano passado, estive assistindo os jogos indígenas na aldeia deles e desde então fui amadurecendo a ideia de trazê-los aqui”.

Para o cacique Ronildo Amandios, a visita foi uma oportunidade de mostrar um pouco mais de sua cultura. “É uma chance que temos de mostrar como somos de verdade, pois as crianças brancas só nos conhecem pelos livros. Na realidade os índios de hoje são muito diferentes daqueles que aparecem nos livros. Hoje, nós usamos roupas e a mesma tecnologia utilizada pelos homens brancos. Ainda assim, mantemos tradições e preservamos nossa língua nativa, que é o guarani. Jamais esqueceremos nossas raízes”, afirmou.

A aluna Danielly de Assis Sales, de 7 anos, destacou que foi motivador participar desse projeto. “Aprendi que os índios têm formas de moradia diferentes das nossas, se pintam, usam instrumentos e enfeites diferentes, além de falar outra língua. E que devemos respeitá-los”.

SuperEscola Tupi – Para comemorar o Dia do Índio, o Núcleo Cultural Tupi, do programa SuperEscola, realizou apresentações musicais alusivas ao tema nesta quinta e sexta-feira (19 e 20). No primeiro dia, os alunos do curso de musicalização – enfeitados com adereços indígenas – se apresentaram para idosos do Espaço Conviver Tupi (localizado no mesmo prédio) e no segundo dia foi a vez dos idosos também se apresentarem em homenagem ao Dia do Índio, juntamente com as crianças do Núcleo. “Por estarmos localizados no bairro Tupi, cujas ruas são todas de nomes indígenas, aproveitamos esta data pra fazer junto aos alunos um trabalho de pesquisa sobre a cultura indígena e sobre os nomes dessas vias. Aqui, os alunos não apenas aprendem música e dança, mas também recebem subsídios culturais para sua formação”, destacou a diretora Luciana Rocha.

Prestigiando a apresentação da sua filha, a cabeleireira Natalie Wavzençak Rodrigues, mãe de Júlia, de 9 anos, elogiou o trabalho do núcleo. “É maravilhoso, pois proporciona à criança a interação com as outras e isso é muito difícil nos dias de hoje, em que as crianças só querem saber de celulares e joguinhos. Além disso, esse trabalho do Núcleo estimula a cultura, amplia o repertório. Enquanto outras crianças só querem saber de funk, minha filha conhece as músicas de Elvis Presley. É outra realidade”.

SuperEscola – O Núcleo Cultural Tupi faz parte do programa Super  Escola Cultural, que oferece aulas esportivas e culturais no contra turno escolar. Vinculado ao Departamento de Complementação Educacional, Esporte e Cultura nas Escolas, da Secretaria de Educação (Seduc), o programa atende estudantes de 7 a 14 anos, de escolas públicas ou particulares, focando suas atividades não apenas na aquisição de habilidades, mas também na promoção de valores e integração entre os estudantes.

Campanha Lacre Solidário arrecada duas cadeiras de rodas para doação

Iniciativa da EM Newton de Almeida Castro já doou 25 cadeiras

A campanha Lacre Solidário, promovida pela EM Newton de Almeida Castro, adquiriu mais duas cadeiras de rodas para doação, que foram apresentadas à comunidade escolar na última sexta-feira (2). Os equipamentos foram conseguidos com o dinheiro da venda de lacres de latinhas de alumínio, que são arrecadados entre os estudantes da unidade. Cada 110 quilos de lacres correspondem ao valor de uma cadeira de rodas. Em três anos de existência, o projeto já doou 25 cadeiras.

Um dos equipamentos recém-adquiridos será destinado a uma estudante de 12 anos, moradora do Morro da Penha, em Santos, e a outra doação ainda não tem destino definido. “A adolescente que ganhará a cadeira de rodas precisa muito desse equipamento, pois sua mãe a levava à escola no colo, mas agora sua mãe não pode mais carregá-la, pois está grávida. Sendo assim, a menina está faltando às aulas desde o início do ano, mas esta cadeira vai permitir que ela volte a estudar. Vocês não têm ideia do quanto vocês estão ajudando essa jovem, sua família, sua escola. Vocês estão realmente fazendo a diferença!”, afirmou a professora Simone Maria Cantino, que foi quem pediu à escola que ajudasse essa adolescente.
“Não é porque a campanha é realizada numa escola de Praia Grande que não pode ajudar pessoas de outras cidades. A ajuda é para todos!”.

A diretora da unidade, Beatriz dos Reis de Almeida, destacou também o conteúdo pedagógico do projeto. “Além do cunho social, esta ação tem o cunho educativo, pois os professores abordam valores com as crianças, principalmente o conceito de solidariedade e isso é muito importante”, afirmou, enfatizando que a campanha faz parte do Projeto Político Pedagógico da escola.

Presente no evento, a diretora da Divisão de Educação Especial, Márcia Duarte, parabenizou a escola pela ação. “Esse entendimento que é transmitido aos alunos sobre a necessidade de ajudar o outro é essencial. É de pequeno que se aprende a ser solidário”.

Qualquer pessoa pode ajudar na campanha dos lacres de latinhas de alumínio. As doações devem ser entregues na própria unidade escolar (Rua Antonio Cândido da Silva, nº 450, Vila Sônia).

Aprender brincando – A EM Dr. Wilson Guedes (Bairro Samambaia) também realizou campanha para arrecadação de lacres com objetivo de trocar por cadeira de rodas. Uma gincana para ver qual aluno coletaria mais lacres de latinhas foi a ferramenta utilizada pelo professor de educação física, Cláudio Adania. Nomeada “Lacres que Fazem a Diferença”, a ação pedagógica teve como objetivo final trabalhar a solidariedade com os mais de 1050 estudantes do 1º ao 5º ano da unidade. Ao final de um ano de competição, a jovem Evellym Santos Costa, do 4º ano a época, saiu vencedora.

De acordo com a assistente técnica pedagógica (ATP) da escola, Gisele Henrique, e com o diretor, Hélio Antônio do Nascimento, a proposta pedagógica deve continuar nesse ano de 2018. “Foi uma forma de oportunizar aos alunos a vivência com a inclusão ao mesmo tempo em que entendem a importância da reciclagem. Afinal de contas, os lacres que seriam descartados de qualquer forma ganharam uma serventia significativa”, destacou Gisele Henrique.

Essa foi a segunda vez que a equipe técnica da escola realiza a prática pedagógica e troca os lacres por cadeira de rodas. Em 2016, a coleta dos itens dentro do projeto “Lacres que Fazem a Diferença” resultou na aquisição do primeiro equipamento de auxílio ao transporte. “As duas cadeiras de rodas ficam na unidade à disposição dos alunos e da comunidade quando se faz necessário”, enfatizou Nascimento.

Cerca de 1.300 alunos participam das atividades do Gape em 2018

Reunião com dez escolas envolvidas acerta detalhes para edição deste ano .
Dez escolas da rede municipal de ensino se preparam para receber mais uma edição do Grupo de Apoio à Cidadania e Prevenção à Violência nas Escolas (GAPE). Nesta quarta-feira (28), representantes da unidade participaram de encontro, realizado na sala de reunião do Centro Integrado de Comando e Operações Especiais (Cicoe), para acertar os últimos detalhes para o cronograma de 2018. Este ano, cerca de 1.300 alunos serão beneficiados com o projeto.

De responsabilidade da Guarda Civil Municipal (GCM), as atividades alusivas ao Gape iniciam na próxima segunda-feira (5). Na primeira visita às escolas, os guardas municipais envolvidos no programa terão um bate-papo com os alunos para explicar como funciona o Grupo de Apoio e quais as propostas de ações que ocorrerão ao longo do ano. Os jovens ainda receberão cartilhas para serem utilizadas em sala de aula.

Voltado aos alunos de 5º ano do Ensino Fundamental, o projeto tem como objetivo trabalhar a reestruturação familiar, buscando diminuir índices de violência e criminalidade. Para alcançar o objetivo, o Gape atua estimulando principalmente a autoestima, a valorização dos vínculos afetivos, a prevenção a qualquer forma de violência, vandalismo e combate às drogas, além de inserir conceitos éticos.

De acordo com um dos responsáveis pelo Gape, o guarda municipal Eli de Moura Veronez, o Grupo de Apoio terá como hábito realizar, a partir deste ano, uma reunião inicial com todos os envolvidos. “Assim conseguimos já detalhar algumas questões pertinentes à rotina do Gape nas escolas, bem como já começar a pensar em datas e demais itens relacionados à formatura que ocorre no final do ano para encerrar as atividades”.

Além de Veronez, Allan Rodrigues e Roberto Silva são os responsáveis pelas aulas ao longo do ano. “Outros dois aspectos marcam a necessidade desse primeiro encontro. Um deles, diz respeito a fazer um balanço e retrospectiva das ações no ano anterior. O outro está em estreitar, cada vez mais, o relacionamento entre nós e os gestores das unidades. Pois são eles que sentem a diferença no comportamento dos alunos após participarem do projeto”, ressaltou Rodrigues.

Assim como ocorreu em 2017, participam das atividades este ano, os alunos das escolas municipais:

EM Mário Possani (Bairro Nova Mirim)
EM Professor Fued Temer (Guilhermina)
EM José Padin Mouta (Tupi)
EM Thereza Magri (Antártica)
EM Ronaldo Sérgio Alves Lameira Ramos (Sítio do Campo)
EM Professora Isabel Figueroa (Aviação)
EM Cidade da Criança (Cidade da Criança)
EM Estina Campi Batista (Canto do Forte)
EM José Júlio Martins Baptista (Glória)
EM Vila Mirim (Mirim)

PG Notícias – entrega de kits de material escolar 2019

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