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Santos

“Não perco meu tempo” Vídeo clip Bomba no primeiro dia do lançamento

Não percam Anitta  em show na Praia Grande dia 07 de janeiro de 2019

‘UBER JUNTOS’ e misturados nova modalidade de compartilhamento de viagens

Sobre icebergs e trabalhos criativos 

 Manifesto dos criadores da plataforma APOIA.se
Se pensarmos no trabalho criativo como icebergs, poderemos dividi-lo em duas partes:
Por um lado, temos a ponta do icerberg e por outro lado temos o imenso bloco de gelo (sabidamente a sua maior parte) submersa embaixo d’água.

Por analogia, “a ponta do iceberg” corresponde à parte visível do trabalho criativo, que se materializa, por exemplo, no álbum de um músico, no livro de um escritor, no filme de um cineasta e assim por diante.

Da mesma forma, o bloco de gelo submerso, que ninguém vê, corresponde ao processo criativo completamente subjetivo que leva, muitas vezes, anos até criar a estrutura suficiente para emergir, tornando-se aparente e visível a todos.

Pois bem, exceto pelas bolsas estudantis, a grande maioria, ou praticamente todos os meios de financiamento que existem hoje se propõem a financiar a ponta do iceberg. Mesmo sabendo da importância do bloco de gelo submerso para chegarmos à ponta do iceberg, os únicos financiamentos que encontramos por aí, bancam essa que é a menor parte, o resultado final ou a consolidação de um longo processo criativo.

E se existisse a possibilidade de financiarmos também esse iceberg imenso que se encontra submerso embaixo d’água?
Deixando momentaneamente de lado as metáforas, acreditamos que qualquer um é um criador em potencial e queremos que aqueles que se sentem chamados a criar possam se entregar a essa atividade de forma constante e tranquila, contando com o respaldo financeiro de pessoas dispostas a valorizar essa produção.

Porque, se por um lado o grau de desenvolvimento tecnológico que alcançamos conferiu maior autonomia aos criadores para que produzam o seu próprio trabalho, por outro, eles não contam mais com o aparato de comercialização, distribuição e divulgação oferecido anteriormente pelas indústrias culturais (fonográfica, cinematográfica, editorial, radiofônica, televisiva e jornalística). E a falta desse aparato faz com que o criador acabe exercendo muitas dessas funções sozinho, mesmo não sendo suficientemente remunerado para conseguir viver disso.

Tal condição pode acarretar um desestímulo a quem dedica o seu tempo e energia à geração de conteúdo, ou até mesmo numa inibição prematura de quem gostaria de tentar se dedicar profissionalmente a algum tipo de criação (a velha história do “faz medicina, meu filho, porque artista passa fome”).

O que queremos é que as pessoas tenham a chance de poder mergulhar em sua produção, oferecendo para o mundo resultados criativos cada vez melhores. E que o mundo (todos nós) possa cuidar melhor destas pessoas.

Para isso, precisamos de novos e melhores modelos, diferentes dos praticados pela velha indústria, e entendemos que esse caminho passa pelo fomento de uma cultura de solidariedade, de cuidado e de reconhecimento de valor entre as pessoas, na qual sejamos nós os que decidem onde colocar nossa atenção e nosso dinheiro.

Desejamos, dessa forma, que público e criadores também possam crescer juntos, produzindo cada vez mais e melhor. E que tenham, sobretudo, uma relação mais próxima e significativa. Porque o mundo dos astros intocáveis, aqueles que vivem no “mundo das estrelas”, distante do resto da humanidade, está morrendo junto com a velha indústria.

Queremos assim celebrar o mundo dos semelhantes, das pessoas de carne e osso. Queremos desmistificar técnicas de produção, abrir caixas pretas de processos criativos de artistas, achar novas lógicas de relação entre todos os envolvidos (criadores e público), para benefício de todos. E que cada vez mais pessoas possam se dedicar à criação sendo amparadas diretamente por um público interessado em consumir seus conteúdos. Afinal, se a tecnologia mudou a forma de produção, então ela também pode revolucionar a forma de sustentar e de ser sustentado.

Muito se diz que a educação deveria ser a prioridade das políticas públicas, já que ela é a solução para os demais problemas. Mas a valorização da cultura, antes de passar pelo governo, passa por cada um de nós através do reconhecimento do trabalho de quem gera conteúdo que nos inspira, diverte, informa e ajuda a aprender. Se podemos esperar que os governantes percebam e façam algo a respeito disso algum dia (e é válido que lutemos para tanto), sabemos da nossa capacidade, enquanto sociedade civil, de fazer isso agora.

E fazer imediatamente, de forma massiva e distribuída, já que hoje, mais do que nunca, temos as condições tecnológicas e sociais necessárias para aproximar o público de quem produz, sem intermediários na comunicação.

Sim. Estamos falando do mecenato do século XXI, baseado não em um grande e rico apoiador, mas distribuido em muitos pequenos fãs-mecenas que possam destinar pequenas quantias de seu orçamento, por mínima que seja, para oferecer um apoio recorrente, podendo obter recompensas como retribuição pelo apoio oferecido.

Neste contexto, é fundamental que quem se sente motivado a apoiar possa fazê-lo de forma fácil e flexível, para que todo e qualquer ímpeto de colaboração dos fãs possa se traduzir em apoios concretos.

Retomando a metáfora do iceberg, plataformas de financiamento coletivo baseadas em projetos, como o Catarse.me, financiam principalmente “pontas de icebergs”, sem perder seu mérito como alternativa independente às escassas opções de recursos provenientes de editais públicos, leis de incentivo, empresas patrocinadoras e sistema financeiro.
Queremos financiar “a maior parte do iceberg”
Contudo, cremos que é possível ir além, e entendemos que uma plataforma com foco no processo criativo seja o passo que falta em direção a uma sustentabilidade financeira de longo prazo, voltada para a produção de conteúdo independente e de qualidade. Precisamos tomar consciência, como sociedade, da importância de financiarmos “a maior parte do iceberg”.
Queremos, portanto, que as pessoas apoiem financeiramente os criadores, não como requisito para acessar um conteúdo, mas porque reconhecem valor no trabalho de quem se dedica a criá-lo. Entendemos que a motivação mais básica que pode levar alguém a apoiar um criador é simplesmente o apreço pela criação, e a vontade de que esse conteúdo siga sendo criado. Sobrepondo-se a isso podem vir outras vontades, como aprender com o trabalho de quem se admira para produzir algo semelhante ou simplesmente ter uma relação mais pessoal e significativa com quem cria o conteúdo que tanto se admira.

No final do dia, não importa tanto qual é a motivação, mas sim que essa necessidade se torne consciente, e que a consciência se traduza em ações práticas.

Este manifesto expressa a ideologia que motivou a criação da plataforma para financiamento coletivo e recorrente de conteúdo — APOIA.se, criada por e voltada especificamente para artistas e geradores de conteúdo em geral.

Enquanto a plataforma está no forno e os primeiros criadores vão preparando as suas campanhas, espalharemos a ideia através deste blog e das redes sociais. Além disso, falaremos de assuntos relacionados a toda a temática aqui apresentada.

Muito obrigado pela sua atenção! E se o que foi apresentado aqui sensibilizou você de alguma maneira, sinta-se convidado a nos acompanhar e juntar-se a nós em APOIA.se!

 

 

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Motorista de UBER assassinado na baixada santista

Um motorista de aplicativo foi morto na madrugada desta sexta-feira (2) na Rodovia Rio-Santos, na altura do bairro Monte Cabrão, em Santos, litoral paulista, após uma tentativa de roubo. Ao ser abordado por dois suspeitos, ele tentou fugir mas foi baleado no pescoço. O motorista ainda dirigiu por quase 1 km para pedir ajuda, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Segundo informações da Polícia Rodoviária, a vítima foi identificada como Jairo Zene Urbano, de 64 anos. O crime aconteceu por volta de 00h20, quando ele dirigia no sentido Bertioga para buscar um casal, que havia solicitado uma viagem pelo aplicativo. Porém, ao parar no acostamento, no Km 247, foi abordado por dois homens que anunciaram o roubo. Ao perceber o que estava acontecendo, o motorista tentou fugir com o carro mas foi baleado no pescoço.

FONTE: G1

6º Desafio do Forte de Itaipu (Vídeos compilados do Facebook @euamopg ao vivo)

Vídeos produzidos ao vivo na página do Facebook @euamopg do 6º Desafio do Forte. A qualidade do vídeo dependeu do sinal de internet 4G da Vivo, que em muitos momentos ficou péssimo,afetando a qualidade da transmissão e o produto final, mesmo asim resolvemos publicar porque foi uma festa magnifica onde participou o engraçamento e confraternização da família militar junto a sociedade civil de Praia Grande em torno do esporte. Parabéns ao comando e a todos da Relações Publicas da fortaleza, assim como integrantes da ASSOAFI que tornaram possível a realização desta missão. Missão dada missão cumprida.

Carreta tomba em rodovia de acesso ao Porto de Santos

Gente da baixada santista fazendo arte

Evento beneficente para o dia das crianças do MCBDA de Praia Grande

 

 

 

 

 

A ordem do inverso

Compositor: Yusseff Leitão

“A ordem do inverso” é uma canção de Yuseff Leitão, Paraense, defendida por Juliana Franco no VII Festival de Música Popular Paraense, em 2015, que aborda política, pilantragens e frustrações do povo de nosso País…

Intérprete: Juliana Franco

Roubaram meu amor pelo Brasil

Roubaram meu amor pelo Brasil Tiraram minha paz e ninguém viu Levaram do meu bolso a carteira A Ordem e o Progresso da bandeira Roubaram o museu a velha tela A moralidade da novela A imparcialidade da impressa Do simples cidadão a consciência Roubaram a liberdade de expressar A privacidade, o celular A honestidade do congresso Cobraram neste circo o meu ingresso Roubaram o meu time na final Compraram o juiz e o tribunal Roubaram a poesia da canção E os ideais da revolução Então tá tudo certo, o que é correto já não vale Mais É a ordem do inverso no Brasil do tanto faz Então tá tudo certo, o que é correto já não vale Mais É a ordem do inverso no Brasil de quem dá mais Roubaram o remédio do hospital A verdade do espaço eleitoral Roubaram a galinha do quintal Compraram a manchete do jornal Roubaram as grades da prisão Colocaram nas janelas, no portão Do hino roubaram a Pátria Amada E a futilidade é idolatrada Roubaram a consciência ambiental E o verde já não brota no quintal A água poluída já não presta Levaram a madeira da floresta Tiraram a vida de um inocente Soltaram porque era adolescente Roubaram a confiança na polícia Armaram um esquema com a milícia Então tá tudo certo, o que é correto já não vale Mais É a ordem do inverso no Brasil do tanto faz Então tá tudo certo, o que é correto já não vale Mais É a ordem do inverso no Brasil de quem dá mais Do futebol roubaram a paixão Na propaganda da televisão A Coca já não mata a minha sede E o craque agora é quem balança a rede Roubaram a imagem da Igreja Eu rezo para que Deus me proteja Roubaram o dinheiro do projeto Roubaram a razão do meu protesto Meus amigos já nem vejo mais E a conversa está nas redes sociais Roubaram do casal a paciência Levaram da criança a inocência Cadê o bom exemplo não tem mais Tiraram a autoridade até dos pais Não levaram a chupeta da criança Foi mais fácil roubar nossa esperança Então tá tudo certo, o que é correto já não vale Mais É a ordem do inverso no Brasil do tanto faz Então tá tudo certo, o que é correto já não vale Mais É a ordem do inverso no Brasil de quem dá mais

Sentinela

1ª Parada do Orgulho LGBT em Santos

Encerrando a programação da Semana da Diversidade Sexual, que tem como tema Aceitar é uma escolha sua, respeitar é dever de todos, a Cidade terá neste domingo (30), a primeira Parada do Orgulho LGBT. A concentração ocorre entre 10h e 14h, no Valongo (entre a Secretaria de Turismo e o Museu Pelé).  Na sequência, segue pelo caminho do bonde até a Praça da República, onde haverá shows e atrações culturais até 21h.

Em razão do evento, o Largo Marquês de Monte Alegre (Valongo) ficará interditado entre as ruas do Comércio e Tuiuti, das 12h às 14h. Também haverá interdições momentâneas no mesmo local e, ainda, na Rua Tuiuti e praças Barão do Rio Branco e da República, entre 14h e 15h30. Já das 15h30 às 21h, ficarão bloqueadas a Rua Alberto Leal, entre a Praça da República e a Rua Xavier da Silveira, e a Praça da República, entre Avenida Senador Feijó e Rua Braz Cubas.  A Linha Turística do Bonde não funcionará.

Assalto na Rua Dr Arnaldo de Carvalho em Santos

Ganhe dinheiro sendo um motorista da UBER

Utilize o código 4ezsg de indicação

Como inscrever-se usando o código de indicação 4ezsg

Para se cadastrar para dirigir com a Uber, você precisará concordar o Contrato de Licença de Software e Serviços Online e com a Declaração de Privacidade do Motorista. Depois disso, será necessário fornecer algumas informações básicas, incluindo seu:

-nome e sobrenome
-e-mail mais utilizado
-número do seu celular

Em seguida você criará uma senha. Escolha uma senha nova, exclusiva e que tenha no mínimo 5 caracteres. 

Utilize o código 4ezvsg e use o formulário de inscrição. Quando conseguir fazer isso e tiver cumprido as exigências mínimas de viagens, vocês dois receberão o bônus pela indicação, caso aplicável.

Link para o cadastro  https://partners.uber.com/i/4ezsg

Rua Tolentino Filgueiras ganha iluminação de LED em Santos

19 de setembro de 2018

A modernização da iluminação pública chegou à Rua Tolentino Filgueiras, mais conhecida por Rua Gastronômica, no trecho do canal 3 até Avenida Ana Costa. Nesta terça-feira (18), foi feita a substituição de 13 luminárias de vapor de sódio (250W) por outras com tecnologia LED (210W), sob supervisão da Secretaria de Serviços Públicos.

“Além da redução do custo de energia, temos como benefício a melhor iluminação na via pública e maior vida útil da luminária”, explicou o chefe do Departamento de Serviços Públicos, Roberto Moyano.

O modelo em LED é considerado mais eficiente: tem durabilidade de até 10 anos, quase o dobro das luminárias a vapor sódio (amarelas). Outras vantagens são a economia de 40% a 60% no consumo mensal de energia e a redução nos gastos com manutenção.

Foto: divulgação

Acidente no porto de Santos a um ano os 29 contêineres continuam no mar

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