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Arlindo Grund e Guilherme Leicam confirmam presença no evento “Passarela” em Praia Grande

Arlindo Grund e Guilherme Leicam confirmam presença no evento “Passarela”

Consultor de moda e apresentador do programa “Esquadrão da Moda” ministrará palestra no desfile beneficente do Litoral Plaza Shopping, já o ator marcará presença no evento que será aberto ao público no próximo dia 22, para participar basta doar um kit de higiene pessoal

Os fashionistas da Baixada Santista já têm compromisso marcado no próximo dia 22 de setembro! Com o tema “Brasilidade”, o Litoral Plaza Shopping, primeiro e único power center da Baixada Santista, realiza a terceira edição do desfile de moda beneficente “Passarela” para apresentar as principais tendências de moda dos lojistas para a coleção primavera verão. Além do desfile, que nesta edição contará com a presença do ator Guilherme Leicam, o público poderá participar de outras ações como a exclusiva oficina de customização e a palestra com o consultor e apresentador do programa “Esquadrão da Moda”, Arlindo Grund.

“O ‘Passarela’ cresceu e já está consolidado entre clientes e lojistas. A cada edição o desafio é maior, então caprichamos na programação e temos certeza que todos irão adorar! Além disso, uma característica importante do evento é que sempre contamos com doações para colaborar com o Fundo Social de Solidariedade da cidade”, ressalta a gerente de marketing do empreendimento, Jannine Bastos.

A primeira ação do dia está marcada para às 15 horas, com a estilista e professora de moda Camila Gonçalves. Ela ministrará uma exclusiva oficina de customização com apenas 20 participantes e duração de 2 (duas) horas. Interessados devem levar uma camiseta, as inscrições estão abertas e devem ser realizadas pelo telefone 3476-2000, ramal 7.

Logo após a oficina, às 17h30, o consultor de moda e apresentador Arlindo Grund fará uma palestra e bate papo abertos ao público sobre “Elegância, Estilo e Moda”. Na sequência, às 19 horas, o Litoral Plaza abrirá a passarela para os modelos da Oficina de Modelos By Clô apresentarem diversos looks e combinações ideais para a nova estação. Terá muita moda feminina, masculina, infantil e plus size.

Para participar do desfile a taxa de entrada é 1 (um) kit de higiene pessoal, com no mínimo dois itens de qualquer marca, que deverá ser entregue na recepção do empreendimento. Ao final da ação, os kits arrecadados serão entregues ao Fundo Social de Solidariedade da cidade.

Sobre o Litoral Plaza Shopping

Considerado o maior polo de compras e lazer da Baixada Santista, o Litoral Plaza Shopping comemora 20 anos em 2018 e é um empreendimento que reúne, em um único espaço, opções de lazer, entretenimento e serviços para o público. Reunindo um mix de mais de 250 lojas, com as principais âncoras do mercado, empresas satélites, alameda de serviços completa e uma praça de alimentação moderna e funcional, com 1.300 lugares, o Shopping conta, ainda, com seis salas de cinema, academia, Centro Clínico, a linha municipal de ônibus 97 SH e uma unidade do Poupatempo com Banco do Povo, escritório do Sebrae e outros serviços de atendimento como Detran, Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), Cartório Eleitoral, Junta de Serviço Militar, entre outros, e 3.800 vagas de estacionamento.

Maior do gênero na região, com localização privilegiada e estilo horizontal, o Litoral Plaza vive plena fase de expansão. Sua área atual é de 82 mil m² de ABL (Área Bruta Locável), tornando-se o primeiro e único Power Center do Litoral Paulista. O empreendimento também é um dos colaboradores sociais, esportivos e culturais, além de segundo maior empregador da cidade, com 3.500 funcionários diretos, ficando atrás somente dos serviços públicos.

Jair Bolsonaro é esfaqueado em Juiz de Fora

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Homens justos e perfeitos falta uma cobrança aos nossos dirigentes!

Marcio França e Leandro do Avelino cuidem do Museu do Ipiranga antes que seja tarde! Ass. D. Pedro I

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Frase do Dia

O pobre prefere um copo de vinho a um pão, porque o estômago da miséria necessita mais de ilusões que de alimento.

Georges Bernanos

 

Gente da PG fazendo arte! Caixa Preta #01

Hoje é o dia internacional da FOTOGRAFIA!

Foi em 19 de agosto de 1839 que a Academia Francesa de Ciências anunciava mundialmente a nova invenção. Este aparelho foi desenvolvido pelo francês Louis Daguerre, em 1837, graças aos estudos de Joseph Niépce, que havia criado a héliographie alguns anos antes.

1ª Parada do orgulho LGBT da Praia Grande Boletim #2

Não vote em candidatos que distribuirem santinhos! Compartilhem esta idéia!

Sexta-feira do dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar #medo.

O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se pela tradição, o mais azarado dos dias. Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13, o medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia.

História
A superstição foi relatada em diversas culturas datadas antes de Cristo. O número 13 tem sido mal interpretado desde há muito tempo. Serviu de inspiração nos filmes do Sexta feira,13. Em algumas culturas ele pode ter sido considerado número de sorte. Não há nenhuma evidência de que o 13 tenha sido considerado um número de azar pelas culturas antigas. Pelo contrário, muitos povos o consideravam um número sagrado. Para os egípcios, a vida era composta por 12 diferentes estágios para que o ser humano alcance o 13º, que era a vida eterna. Dessa forma, o número 13 foi assimilado com a morte, mas não com uma conotação negativa, mas como uma gloriosa transformação. Essa ligação com a morte permaneceu e foi distorcida por outras culturas que nutriam o medo da morte e não a viam como algo presente no destino de qualquer vida.

A evidência de que as culturas primitivas reverenciavam o 13 pode ser constatada por meio de vários vestígios arqueológicos, como a Vênus de Laussel, uma estatueta com mais de 27 mil anos encontrada na França, que carrega em suas mãos um chifre em forma de crescente lunar com 13 chanfros.

Existem histórias remontadas também pela mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituídos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.

Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.[4]

Com relação à sexta-feira, diversas culturas a consideram como dia de mau agouro:

Na tradição judaica o grande dilúvio aconteceu na sexta-feira[5].
A morte de Cristo aconteceu numa sexta-feira conhecida como Sexta-Feira da Paixão.
Marinheiros ingleses não gostam de zarpar seus navios à sexta-feira.[6]
No cristianismo é relatado um evento de má sorte em 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França. Os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.

Outra possibilidade para esta crença está presente na ideia de que Jesus Cristo foi morto numa sexta-feira 13, embora o dia provavelmente tenha sido 1º de abril. Uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, este tendo sido o dia da morte de Jesus Cristo de acordo com o calendário hebraico, a morte de Jesus varia de acordo com esse calendário podendo variar de ano e ano sempre estando entre os meses de março ou abril.

Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, apesar do último não ter participado de toda a celebração, morreram em seguida, por mortes trágicas. Jesus executado no madeiro e Judas por suicídio. O número 13 costumava ser considerado uma ligação com Deus[8], daí a quantidade de membros presentes na Santa Ceia.

Note-se também que, no Tarô, a carta de número 13 representa a Morte.

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Dia da Pizza

História

A história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os primeiros foram os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.

Ao contrário do conhecimento popular e do fato ser considerada tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5 000 anos. A massa era chamada de “pão de Abraão”, era muito parecida com os pães árabes atuais e recebia o nome de piscea.

Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e, por causa das cruzadas, essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo, em seguida, incrementada, dando origem à pizza que conhecemos hoje.

No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva, comuns no cotidiano da região, eram os ingredientes típicos da pizza. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado à Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época, a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.

A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surgiu o termo picea, na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. “Picea” indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava “matar a fome”, principalmente a da parte mais pobre da população. Normalmente, a massa de pão recebia, como sua cobertura, toucinho, peixes fritos e queijo.

A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria de que se tem notícia, a Port’Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época tais como Alexandre Dumas, que, inclusive, citou variações de pizzas em suas obras.[carece de fontes]

Em 1962, Sam Panopoulos (1934-2017), grego emigrado no Canadá e dono de vários restaurantes, teve a ideia de acrescentar ananás a uma pizza.

Brasil
Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e, hoje, pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se, logo em seguida, parte da cultura deste país. Desde 1985, comemora-se o dia da pizza no dia 10 de julho.

Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro Retalhos da Velha São Paulo, escrito por Geraldo Sesso Jr., o napolitano Carmino Corvino, o dom Carmenielo, dono da já extinta Cantina Santa Genoveva, instalada na esquina da Avenida Rangel Pestana com a Rua Monsenhor Anacleto, inaugurada em 1910, passou a oferecer as primeiras pizzas da cidade.[carece de fontes]

Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de muçarela e anchova eram as mais presentes, mas, à medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.

A verdadeira pizza napolitana
Em 1982, foi fundada, em Nápoles, na Itália, por Antonio Pace, a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana, (Associazione Verace Pizza Napoletana, em italiano) com a missão de promover a culinária e a tradição da pizza napolitana, defendendo, até com certo purismo, a sua cultura, resguardando-a contra a “miscigenação” cultural que sofre a sua receita. Com estatuto preciso, normatiza as suas principais características.

A associação age fortemente na Itália para que a pizza napolitana seja reconhecida pelo governo como “DOC” (di origine controllata, Denominação de Origem Controlada em português). Em 2004, um projecto de lei foi enviado ao parlamento, com o intuito de regulamentar, por lei, as verdadeiras características da pizza napolitana. O “DOC” é uma designação que regulamenta produtos regionais, tais como os famosos vinhos portugueses.

Além disso, a pizza napolitana está, desde Dezembro de 2009, protegida pela Comissão Europeia, junto com mais 44 produtos que têm o selo de “Especialidade Tradicional Garantida” (Specialità Tradizionale Garantita – STG).

Segundo a associação, a Verace Pizza Napolitana deve ser confeccionada com farinha, fermento natural ou levedura de cerveja, água e sal. A pizza deve ser, ainda, trabalhada somente com as mãos ou por alguns misturadores devidamente aprovados por um comité da organização. Depois de descansar, a massa deve ser esticada com as mãos, sem o uso de rolo ou equipamento mecânico. Na hora de assar, a pizza deve ser colocada em forno a lenha (somente), a 485°C, sendo que, sobre a superfície do forno, não deve ser colocado nenhum outro utensílio.

A variedade de coberturas é reconhecida pela organização, porém devem ter a sua aprovação, estando em conformidade com as tradições napolitanas e não contrastando com nenhuma regra gastronômica. Algumas coberturas são tidas como tradicionais, sendo elas (respeitando seus nomes italianos):

Marinara (Napolitana): tomate, azeite de oliva, orégano (orégão) e alho.
Margherita: tomate, azeite de oliva, queijo mozzarella e manjericão.
Ripieno (Calzone), uma pizza recheada: queijo ricota, queijo mozzarella especial, azeite de oliva e salame.
Formaggio e Pomodoro: tomate, azeite de oliva e queijo parmesão ralado.
Quando degustada, a pizza deve apresentar-se macia, bem assada, suave, elástica, fácil de ser dobrada pela metade. As bordas elevadas devem ser douradas”. O gosto da massa deve ser de pão bem fermentado, misturado ao sabor ácido do tomate, aroma de alho, orégano, manjericão.

A pizza deve ser obrigatoriamente redonda, não podendo o seu diâmetro ser maior do que trinta e cinco centímetros. Outra medida, a espessura no centro do disco, não deve ser maior do que cinco milímetros, e a borda não pode ser maior do que dois centímetros

O Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho, quando a data foi instituída pelo então secretário de turismo Caio Luís de Carvalho, em 1985.

Foi feito um concurso estadual em São Paulo que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, o secretário escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração.

 

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