Mais uma unidade de acolhimento de crianças e adolescentes é entregue em PG

Meta da residência é reproduzir ambiente comum à maioria das famílias
13/6/2018

Meta da residência é reproduzir ambiente comum à maioria das famílias O objetivo é oferecer às crianças acolhidas uma realidade mais familiar. A residência é preparada para reproduzir o ambiente de uma moradia comum à maioria das famílias. Outras duas unidades com o mesmo formato já foram entregues no mês de abril.

Praia Grande está realizando o processo de reordenamento das unidades que acolhem crianças e adolescentes. O novo modelo segue as diretrizes do Governo Federal e promete fazer diferença na vida das crianças e de suas famílias. As novas residências contam com vários quartos, banheiros, cozinha, sala de estar e área de recreação. Nestes espaços, as crianças e adolescentes podem até participar da rotina da casa de forma colaborativa.
Cada residência conta com equipe técnica composta por assistente social e psicólogo para atendimento das crianças e adolescentes. A área administrativa da residência é separada dos demais cômodos.

De acordo com a secretária de Assistência Social, Gisele Domingues, no novo modelo as crianças terão mais qualidade de vida. “São casas com menos acolhidos, onde eles poderão interagir e participar da rotina, como uma família mesmo”.

O prefeito de Praia Grande destacou que os serviços devem ser implantados de acordo com a realidade local de cada município e não apenas generalizando o atendimento. “Espero pelo dia em que veja essa casa ser transformada em outro serviço. A inauguração desta casa é uma obra física para resolver um problema social. Enquanto não tivermos uma sociedade que respeita as crianças, somos obrigados a construir instituições de acolhimento”, ressaltou.

Diretrizes – Até o final deste ano, todos os municípios do País têm por obrigação adequar suas instituições de acolhimento às diretrizes do Sistema Único da Assistência Social (Suas). Entre outras mudanças, as instituições não deverão mais atender grandes concentrações de jovens no mesmo espaço, sendo necessária a criação de novas instituições de acolhimento.

No mês de abril, outras duas unidades foram entregues. Uma delas no Bairro Ribeirópolis e a outra no Bairro Sítio do Campo. Até o final do ano, uma quarta unidade do mesmo modelo de atendimento deve ser entregue.

As crianças e adolescentes só são direcionadas às instituições de acolhimento em casos extremos, quando têm seus direitos violados. Em todas as situações há o conhecimento e autorização da Vara da Infância e Juventude e também do Conselho Tutelar do Município.

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