Estudantes do SuperEscola participam de vivência de Beach Tennis

Alunos utilizaram estrutura do Circuito Paulista de Beach Tennis
5/6/2017
 

Cerca de 600 estudantes do SuperEscola (programa que oferece aulas esportivas e culturais no contraturno escolar) tiveram um dia diferente na última sexta-feira (2). Eles participaram de uma clínica de Beach Tennis (Tênis de Praia), utilizando a estrutura montada na Praia do Guilhermina para o Circuito Paulista de Beach Tennis, realizado neste final de semana na Cidade pela Federação Paulista de Tênis.

Os alunos do SuperEscola que participaram da atividade são de polos diversos, mas a maioria nunca havia antes tido contato com o tênis, com exceção dos alunos dos polos de praia e do tênis de mesa. “Temos aqui muitos alunos que no dia a dia praticam judô, caratê e esportes de quadra, o que inclui futsal, vôlei, basquete e handebol. Para estes foi uma experiência nova. E para aqueles que já têm contato com o tênis, foi um momento enriquecedor. Para todos eles, ter essa vivência com treinadores especializados aqui desse evento é muito interessante”, comentou o diretor do Departamento de Complementação Educacional, Esporte e Cultura nas Escolas, Wladimir Ferreira.

A aluna Giovanna Felix, de 11 anos, pratica esportes de quadra no polo Aloha e gostou muito da experiência. “Foi meu primeiro contato com o tênis e achei muito legal. Acho bacana aprendermos algo diferente daquilo que estamos acostumados no dia a dia”, disse.

A aluna Luana Marques, de 10 anos, pratica taekwondo e esportes de quadra no polo Rodrigão e também gostou da vivência. “Foi muito divertido! É importante conhecermos diversos esportes”.
A oportunidade dada aos alunos do SuperEscola visa fomentar o Beach Tennis, conforme explica Rodrigo Fidel, organizador do evento e um dos delegados da Confederação. “Este é um esporte super novo que está no Brasil há apenas 11 anos. Dentre os 10 melhores jogadores do mundo, quatro são brasileiros, portanto o Brasil é uma potência. No entanto, todos os jogadores hoje são adultos, por isso precisamos fomentar esse esporte e precisamos investir nas crianças, nas categorias de base para termos uma segunda geração aqui no País. Este é o objetivo da Confederação”.

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