IEGM: PG é exemplo de gestão no Estado

44556

Índice de Efetividade da Gestão Municipal, divulgado pelo TCE-SP, apontou evolução do Município
5/12/2016 | Paola Vieira, MTB: 43.705

A gestão de Praia Grande mais uma vez é destaque. O Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP) divulgou recentemente o Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM) 2015. Além de evoluir em sua média geral, passando de B em 2014 para B+ no ano seguinte, que significa gestão muito efetiva, o Município ainda é o melhor conceituado na média entre as quatro cidades da região consideradas de grande porte e superou a pontuação média do Estado de São Paulo (B, efetiva).

Para o levantamento, o IEGM busca avaliar a efetividade das políticas e atividades públicas desenvolvidas nas áreas de educação, saúde, planejamento, gestão fiscal, meio ambiente, proteção aos cidadãos e governança de tecnologia da informação.

Entre os 644 municípios do Estado de São Paulo, 39 são considerados de grande porte (acima de 200 mil habitantes). No estudo, Praia Grande figura entre as sete cidades de grande porte que tiveram a maior média do Estado junto com São Bernardo, São José dos Campos, São José do Rio Preto, Sorocaba, Indaiatuba e Presidente Prudente.

Em 2015, a receita total do Município foi de R$ 1.168 bilhões e a despesa de R$ 1,140 bilhões, tendo um resultando orçamentário positivo de mais de R$ 28 milhões.

Para o prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão, o resultado do crescimento só confirma a situação fiscal do Município, conciliando também com as metas estabelecidas através do processo efetivo de melhorias no serviço público ao longo dos anos. “A questão fiscal e orçamentária tem sido nossa prioridade. Ampliamos a oferta de serviços e a boa qualidade de vida dos moradores de Praia Grande é visível. No que diz respeito ao aprimoramento da gestão, nossa busca é constante, resultando nesse crescimento”.

Dos sete índices medidos em Praia Grande, o Município teve crescimento nas áreas de planejamento (de C para C+, em fase de adequação) e meio ambiente (de B para B+) e manteve a média em outros dois: saúde (A, altamente efetiva) e proteção aos cidadãos (B). Nos índices que houve queda o Município ainda figura com as notas B+ (muito efetiva) e B (efetiva).

Em análise dos dados, o diretor de Divisão de Gestão e Controle Fiscal, Cristiano Mola, destacou que a evolução ressaltada no setor de Planejamento impulsionou a nota do índice geral do Município por obter peso maior em relação aos demais. “Isso por conta de uma nova rotina implantada pela gestão atual que proporcionou ainda no exercício de 2015, a revisão das metas governamentais estabelecidas no Plano Plurianual (PPA) vigente tornando-as mais factíveis, principalmente em função da crise econômica e política deflagrada no País, o que dificulta o alcance das metas anteriormente estabelecidas em todos os entes da Federação, em especial no âmbito municipal”.

Deixe uma resposta