Projeto AbraceMais leva carinho e atenção a crianças carentes

442Foto: Richard Aldrin
Voluntários divertiram pequenos moradores de abrigo de Praia Grande
18/10/2016 | Luciano Agemiro , MTB: 73.143

As crianças que vivem na Instituição de Acolhimento São Francisco de Assis (Iasfa) receberam a visita dos voluntários do Projeto AbraceMais, nesta terça-feira (18). Os visitantes realizaram diversas brincadeiras com os pequenos, entregaram doces e distribuíram muitos abraços. A diversão cativou as crianças e também aos voluntários do projeto.

A ideia inicial do AbraceMais é levar carinho e amor para as pessoas por meio de abraços. Justamente o que as crianças da instituição mais gostam de receber. Alguns dos voluntários foram com o rosto pintado, como palhaços, o que incentivou a interação entre os pequenos.

Cerca de 15 pessoas se dividiram para divertir os pequenos. A maioria deles, adolescentes estudantes do Ensino Médio da Escola Estadual Lions Clube Centro, local onde nasceu o AbraceMais. Para estes jovens, mais que distribuir carinho, a visita foi uma lição de vida.

O estudante Marcelo Rodrigo Silva, de 17 anos, contou que foi a primeira vez que visitou um abrigo de crianças e deixou o local motivado. “Saio daqui bem melhor do que entrei. Quero continuar fazendo parte desse projeto e espalhar ainda mais alegria para outras pessoas”.
A estudante Vitória Rodrigues dos Santos, de 16 anos, conquistou o carinho de uma menininha que não saía de seu colo. “Me sinto muito querida aqui. Essas crianças nem sempre têm condições de receber atenção todos os dias. A gente chega aqui querendo fazer o bem para elas, mas somos nós que nos sentimos melhor no final das contas”.

Para o coordenador do projeto, Claudio Yamaia, o balanço da visita foi muito mais que positivo. “Escolhemos o mês de outubro, mês das crianças, para fazer a nossa visita e levar um pouco de diversão. Ver a alegria delas é muito prazeroso”.

Iasfa – A Instituição de Acolhimento São Francisco de Assis existe desde 1991 e atualmente atende cerca de 60 crianças, incluindo bebês, e adolescentes em situação de risco ou abandono. No local, os abrigados conseguem desenvolver sua rotina de atividades normalmente, frequentando a escola, praticando esportes e demais atividades do dia a dia.

Deixe uma resposta