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Paratletas disputam fase inicial do Circuito Brasileiro

Paratletas disputam fase inicial do Circuito Brasileiro

Foto: Edmilson Lelo

Foto: Edmilson Lelo

Times de atletismo e natação competem na Capital
23/6/2016 | Fabricio Tinêo, MTB: 37905

De sexta-feira a domingo (24 a 26), a partir das 8 horas, no Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, em São Paulo, Capital, as equipes de atletismo e natação para pessoas com deficiência (PcD) de Praia Grande (Secretarias de Esportes e Lazer – SEEL e Educação – Seduc; Associação Paradesportista do Litoral Paulista – APLP e Liga Praia-grandense de Atletismo) disputam a primeira etapa nacional do Circuito Paraolímpico Loterias Caixa Brasil, evento regido pelo Comitê Brasileiro (CPB).

Representam a Cidade, no atletismo, a paratleta Glória Poliana Platner do Amaral, categoria T54, (nas provas de 100, 200 e 400 metros rasos para cadeirantes); na natação, Luiz Henrique Sieiro Lopes Ramirez, S14 (100 metros peito, 100 costas e 200 medley) e Reginaldo Prado de Souza, S12 (100 borboleta, 200 medley e 400 livres). O time de atletismo tem comando de Daniela Eiko Itani e o de natação, de Fabio Luiz Carvalho com auxílio de Lucas Felipe Freire Ramos.

Vale frisar que os paratletas de Praia Grande qualificaram-se para a etapa nacional do Circuito após vencerem a fase regional (classificatória da competição), realizada em maio, também na Capital, quando o grupo municipal conquistou ao todo, 24 medalhas (7 ouros, 11 pratas e 6 bronzes).

Em 2015, após três etapas nacionais, o grupo de Praia Grande acumulou 30 medalhas (5 ouros, 9 pratas e 16 bronzes). Em 2014, a foram 21 medalhas (7 ouros, 6 pratas e 8 bronzes). Em 2013, os paratletas da Cidade subiram no pódio 18 vezes (5 ouros, 6 pratas e 7 bronzes). Em 2012, vieram 13 medalhas (8 ouros, 4 pratas e 1 bronze). Em 2011, outras 10 (3 ouros, 3 pratas e 4 bronzes).

Dados – O Circuito Loterias Caixa Brasil ParaOlímpico objetiva estimular o desenvolvimento do esporte para deficientes físicos, visuais e mentais. Os melhores atletas do certame (os três primeiros colocados do ranking final nacional, em cada modalidade e sexo) se credenciam para a Bolsa Atleta – programa de incentivo fiscal mantido pelo Ministério do Esporte. O CPB garante aos participantes hospedagem, alimentação e transporte interno. Há controle de doping em todas as etapas do torneio, com sorteio aleatório dos atletas escolhidos.

As regras do Comitê Paraolímpico Brasileiro determinam a divisão de classes PcD: no atletismo – F11 a F13 e T11 a T13 (deficientes visuais), F20 e T20 (deficiente mental), F 31 a F34 e T31 a T34 (paralisia cerebral/cadeirante), F35 a F38 e T35 a T38 (paralisia cerebral/ambulante), F40 (anões), F41 a F46 e T41 a T46 (amputados e outros), F51 a F58 e T51 a T54 (poliomielite, lesão medular e amputação). As letras F correspondem as provas de campos. As letras T as disputas de pista.

Na natação: S4 (lesão medular completa/membros inferiores amputados), S5 (paralisia cerebral/lesão medular incompleta), S6 (paralisia lateral e membros inferiores), S7 (paralisia lateral), S8 (amputado membro superior), S9 (membro inferior não funcional/amputação simples acima do joelho), S10 (limitação articular) e S13 (deficiente visual – baixa visão de 5 a 20º graus).

ADM5

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